25.5.10

Os Gerentes precisam transformar-se em líderes!

Se visitar-mos com presteza a grande maioria das empresas nos dias de hoje, que estilo de líderes iremos encontrar?
Bem, as teorias estão aí.
A liderança situacional do Blanchard me parece que ainda é a mais coerente para os tempos atuais, mas, convenhamos será que encontraremos verdadeiros líderes?
O melhor líder seria aquele que ao invés de usar de seu poder e autoridade, trabalha pela influência. Trata seus subordinados como colegas e literais colaboradores e partilha com eles os problemas e as soluções.
Suas ideias são seguidas por consenso e naturalmente e não por pressão de sua força ou poder dentro da organização.
Goza da simpatia de todos e seu relacionamento pessoal é um ponto importante.
Creio eu que a grande maioria das organizações pode contar nos dedos este tipo de Gerente - líder. Vou mais além e ainda afirmo que poucos são os gestores, quiçá líderes.
As causas são inúmeras, desde uma grande insatisfação salarial, política da empresa, sobrecarga de trabalho, falta de reconhecimento e ambiente altamente competitivo na forma negativa.
É preciso gostar do que se faz, pois assim as tarefas, até aquelas mais árduas serão realizadas com interesse, dedicação e, o mais importante: o desejo de dar certo.
Avalie seu líder, gerente ou gestor e se for possível, tente ajudá-lo, mesmo que ele não perceba sua cooperação. O mínimo que você irá ganhar são dias de trabalho mais tranquilos.

O ser humano é movido por necessidades

O título deste post é bem verdade.
Pensemos.
Desde a concepção o feto necessita dos nutrientes da mãe para desenvolver-se ao longo de nove meses e nascer perfeito, completo.
Quando criança, necessita dos cuidados materno e paterno, cada um na sua medida e responsabilidade: alimentação, saúde, educação.
O ser humano vai crescendo e desenvolvendo a necessidade de socializar-se, afinal é natural o ser gregário.
Ingressa na vida adulta e vem a vontade de trabalhar, casar, ter filhos e dar a continuidade da evolução natural humana.
No momento em que este ser humano ingressa no mundo social, interagindo com outros tantos diferentes, cada um com as suas peculiaridades é de um enriquecimento sem tamanho.
Ele aprende o que é certo, errado, mais ou menos certo, mais ou menos errado. Aprende que tem de tentar não desaprender com os erros que comete e que tem de suportar as frustrações, decepções e negativas que vai amealhando durante sua trajetória por este plano chamado terra.
No meio familiar a necessidade de proteger e suprir sua família. No meio profissional a necessidade de reconhecimento, crescimento não só financeiro, mas também pela sua competência em desempenhar bem as suas atividades.
Ao fim das contas todas essas conexões criam um elo invisível que unifica o ser humano numa grande torrente de alegrias e animosidades.
Hoje posso desejar um emprego melhor, amanhã, apenas o suficiente para o meu sustento.
A educação e a criação dos pais influi significativamente para o desenho desta personalidade.
E dentro de toda essa discussão, a pergunta se faz:
Qual a sua necessidade ?

17.5.10

Empregos

Página traz vagas de 1,5 mil empresas localizadas em todas as regiões do Brasil

O Buscoempregos.com, site de buscas que reúne vagas de emprego cadastradas em diferentes sites pela internet. anunciou que atingiu 400 mil oportunidades de emprego em seu banco de dados. Entre as páginas que fazem parte de sua compilação, sites como Empregos.com, Infojob, Nube, entre outros, além de empresas que não fazem uso de agências de recolocação.

As buscas são realizadas de acordo com a profissão desejada, permitindo filtrar os resultados por estado, cidade, área ou por uma empresa específica.

“O site foi criado porque as vagas disponíveis na internet estão divididas em diversas páginas, o que dificulta e demora o acesso do internauta. O que nós fizemos foi criar um ambiente onde seja possível acessar as mais diferentes vagas, dos mais diferentes locais, de maneira mais fácil” disse o fundador, Alessandro de Castro.

O buscador de empregos foi lançado em junho de 2009 e possui cerca de 1,5 mil empresas cadastradas. As companhias interessadas em anunciar as vagas no site podem realizá-lo gratuitamente.

Para mais informações acesse o site Buscoempregos.com, clicando aqui.

26.4.10

Plenitude de vida

Este é um texto todo recortado por mim. Recortei os trechos mais interessantes e marcantes que falam de alcance de objetivos, força, paciência, perseverança e, principalmente, vida.
É a pequena história real de duas garotas que fizeram o caminho de Saint Jacques de Compostella, na França. Isto aconteceu este ano de 2010.

Segue.

dia 07/04 (trecho avignon/lyon/st-étienne/le puy-en-valey)
"Passei a noite em claro. Pegamos um trem avignon/lyon/st-étienne, e de lá tivemos que pegar um ônibus até le puy-en-valey, pois a greve da companhia ferroviária tinha começado (primeiro obstáculo). Por causa dela, perdemos um dia de caminhada. Chegamos em Le Puy umas 19h30 e dormimos no albergue de la jeunesse.

dia 08/04 (trecho le puy-en-valey/st-christophe-sur-dolaison/montbonnet/monistrol d´allier)
Acordamos ainda escuro para ir na missa que abençoava os peregrinos. Minha amiga pediu que o padre abençoasse nossa caminhada até Conques, mesmo acreditando que não íamos conseguir chegar até lá com o tempo que tínhamos. Partimos com uma alegria de viver tremenda. Tava tudo tão feliz que decidimos caminhar o equivalente a 2 etapas da rota num dia só. Foi um erro? Não sei... forçamos demais a musculatura e isso nos prejudicou nos dias seguintes. Mas estávamos cheias de adrenalina. Chegamos em Monistrol d´Allier umas 19h30 e ninguém acreditou que a gente tinha andado tudo isso num só dia. Dividimos quarto com dois velhinhos fofinhos, que nos deram pomada de arnica para destensionar os músculos.

dia 09/04 (trecho monistrol d´allier/saugues/le falzet/chanaleilles/le sauvage)
Essa etapa do caminho é numa altitude tremenda. Nesse dia fez um frio danado e uma neblina tão forte que eu mal conseguia enxergar minha amiga que tava do meu lado. Por isso, perdemos a sinalização do caminho duas vezes e ficamos andando feito baratas tontas no meio do nevoeiro. Para piorar, todo o esforço do dia anterior surtiu efeito e eu não podia suportar sequer o toque da alça da minha mochila nos ombros. Almoçamos numa cidadezinha chamada saugues. Comecei a perceber que eu tava entrando numa região completamente parada no tempo quando vi que ainda era permitido fumar em lugar fechado (vale lembrar que a França foi um dos primeiros países a instaurar a lei anti-fumo em lugares fechados, junto com Portugal). Nesse dia, a gente queria dormir numa cidade chamada le Falzet, mas a dor nos músculos estava tão insuportável que pedimos uma carona quando faltava menos de 2km para chegar lá. Um velhinho parou e nos sugeriu passar a noite numa gîte feudal em Le Sauvage. E para lá fomos. Essa gîte é surreal. Fica no meio do NADA. Lá só existe uma maison gigantesca, toda de pedra, no meio do campo, numa paisagem linda. Comemos pão, queijo e vinho feitos no próprio lugar. Descobrimos que a maior parte dos peregrinos contratam um serviço de "carregamento de mochila" (eles deixam a mochila numa gîte, uma pessoa vai buscar de carro e entrega na gîte da cidade seguinte). Um luxo que a gente não podia se dar...

dia 10/04 (trecho le sauvage/les faux/st-alban-sur-limagnole/les estrets/aumont-aubrac)
Saí de le sauvage com uma sensação diferente acerca do tempo. tudo remetia à Idade Média. O clima, a paisagem, as casas, as pessoas... e pela primeira vez na vida eu senti que não tinha pressa para nada. Nesse dia, eu e jana cogitamos voltar para avignon antes do previsto: a gente mal conseguia pisar de tanta dor nos pés. mesmo assim, não me pergunte como, andamos 22km só pela manhã. Quando chegamos em st-alban para almoçar, ficamos indignadas com a falta de compaixão das pessoas: todos os restaurantes se negaram a nos vender comida porque já eram 14h30, mesmo havendo ainda pessoas comendo nas mesas. Isso só aumentou a nossa vontade de desistir. Mas um não sei quê fez a gente continuar. Mais 15 km à tarde e, um pouco depois de Les Estrets, não agüentamos mais a dor e pegamos uma carona até Aumont-Aubrac. Em Aumont, ficamos numa gîte bem rústica e dividimos quarto com Sophie, uma francesa de uns 45 anos bem animada, que estava fazendo o caminho sozinha.

dia 11/04 (trecho aumont-aubrac/rieutort/montgros/nasbinals/aubrac/st-chély d´aubrac/st-côme-d´olt/combes/espalion)
Nos perdemos logo no meio do trajeto, no começo da tarde, na saída de Rieutort. Ao ponto de sentarmos no chão e não sabermos o que fazer. NO MEIO DO DESERTO. Até bússola a gente consultou. E o que é que as pessoas fazem na hora do desespero? Prendem-se a qualquer fé que apeteça. Minha amiga se levantou sugerindo que a gente fosse para tal lado porque uma aranha caiu no ombro dela e quando ela foi tirar, a medalhinha de Saint Jacques (que o padre da catedral de Le Puy nos deu) tava apontando para esse tal lado. Não nos resta muita opção. Andamos, andamos, andamos e chegamos num bosquezinho. Lá a gente viu um carro e fomos desesperadas em direção a ele para pedir informação. Um casal de uns 65 anos disseram que a gente tinha saído da rota , mas que se seguíssemos naquela direção, íamos chegar numa outra cidade do Caminho de Santiago. Continuamos. Lá pras tantas, já no final da tarde, no meio do deserto, o desespero batendo, a dor , eu estava mor-ren-do de medo de lobo, urso, essas coisas....PASSA UM CARRO! Um carro no meio do nada!! E como se não bastasse, o homem que deu carona estava indo para Espalion! Se conseguíssimos chegar nessa cidade naquele dia, ia ser possível terminar a rota até Conques, como a gente tava querendo!
Chegamos em espalion e foi o mesmo que chegar no Paraíso. A cidade é linda, as pessoas são gentis e o albergue era ótimo! Fim de noite: eu e minha amiga tomamos umas cervejinhas felizes da vida. E sem vontade nenhuma de desistir.

dia 12/04 (trecho espalion/estaing/golinhac)
Acordamos esfareladas de dor, mas numa animação que barra qualquer macaca de auditório. Senti uma pena enorme de sair de espalion. Mas tava tudo ficando cada vez melhor e a vontade era ver o que nos aguardava ao longo do dia. E que dia. Acho que esse foi o trecho mais bonito da viagem inteira.
Estaing é um cartão postal. E lá conhecemos Monsieur Olivier, um garçom velhinho que nos tratou como filhas . Serviu comida (típica!) , me levou de mãos dadas para o banheiro porque eu estava mancando, deu um cajado para minha amiga, pediu que a gente deixasse um recadinho no livro de visitas dele... e ficou todo emocionado com o que eu escrevi. E eu fiquei toda emocionada com o carinho, a atenção e o alto astral dele.
depois, mais estrada, né? Golinhac não chegava nunca. Foi anoitecendo e meu medo de lobo foi crescendo, a dor somatizando....a cada dia aparecia uma dor nova, num lugar diferente. Quando chegamos em golinhac a cidade era fantasma e as mil gîtes que constavam no guia estavam fechadas. Só tinha uma aberta e era muito esquisita. Suja. Escura. Cheia de velhinhos que fazem o caminho de Santiago de carro, comem no restaurante mais caro da cidade e se hospedam na gîte só porque é mais barata, tirando o lugar de quem não tem dinheiro para pagar hotel. As botas limpas deles denunciavam. Bem como secador de cabelo, aquecedor portátil e outros apetrechos impossíveis de carregar nas costas. Ficamos bem desconfortáveis lá. Desanimadas de novo.

dia 13/04 (trecho golinhac/espeyrac/sénergues/conques)
Minha amiga acordou bem amuada por conta da noite mal dormida e das dores, que tinham seu ápice justamente quando a gente acordava e tentava se levantar. As pernas fraquejavam quando a gente tocava os pés no chão pela primeira vez. Toda manhã a gente tinha certeza que não ia conseguir andar por mais que 1 hora. Mas não sei como, a gente andava 10 horas.
Enfim, Ela sugeriu logo de pegarmos uma carona até Conques. E eu disse NÃO! o trecho não era tão longo, não tinha tanta montanha, e a gente devia chegar em Conques AN-DAN-DO. Aí ela se animou.
Esse trecho do caminho também é muito bonito e uma verdadeira recompensa para quem conseguiu chegar até ali: a maior parte é só descida.
Esse dia foi ótimo, porque a gente se superou. Foi ótimo porque a gente percebeu que é mais forte do que pensava. Foi ótimo porque vimos que, em uma semana, a gente viveu intensamente a vida como ela é: cheia de altos e baixos, descobertas, desapegos, provações, medos, simbolismos, dores, encontros, desencontros, frustrações, êxtases, traumas, surpresas, saudade, felicidade, lembranças, solidão... Foi ótimo porque a gente viu que quando uma ajudava a outra, o simples ato de "ajudar a outra" dava força para as duas. E assim devia ser sempre, com todo mundo. Foi ótimo porque a gente viu que as diferenças só agregam e soubemos lidar com isso muito naturalmente. Foi ótimo porque a gente teve alto-controle, vontade e perseverança para alcançar nosso objetivo, mesmo com frio, dor, fome, sede, sono e dúvida. Foi ótimo porque concluímos que não somos mais as mesmas Juliana e Janayna da manhã de 07 de abril. Foi ótimo porque a cidade de Conques, nosso destino, nos acolheu com o carinho que a gente precisava. E a gente saiu de lá com a impressão de que, no final, se mantivermos o foco, tudo acaba dando certo, mesmo se na metade o objetivo pareça impossível.

Se liga !

Você já reparou na sua postura na hora da entrevista?
Tem muita gente que fica tão nervoso e não percebe as pequenas gafes que comete, tais como o cacoete.

Presta atenção neste texto da Thaís Alves.

Uma das coisas mais pitorescas na comunicação pessoal são os cacoetes físicos, que muitos tem e nem percebem.
Cacoetes são hábitos ou manias que fazemos involuntariamente (sem perceber) e o pior é que fazemos sempre.
São os famosos “tiques nervosos”.
Quem usa óculos, não se cansa de mexer nele.
Quem tem franja mexe nela sem parar.
Quem tem cabelo grande, fica fazendo rolinho com o dedo.
Alguns que usam gravata vivem esticando o pescoço como se ela o enforcasse; outros ficam puxando o nariz, como se a coriza fosse escorregar.
Alguns coçam o nariz com força; tem os que ficam cutucando a unha, tem os que arrumam o cinto, enfim, cacoetes físicos são um HORROR.
Qual é o mal em ter um cacoete?
Como alguns são engraçados o dono do cacoete pode virar motivo de chacota.
Mas o pior é que como são feitos a cada minuto quase sempre distraem a atenção da pessoa que esta a frente: ela fica a espera do próximo cacoete e não presta atenção em nada do que esta sendo falado.
Se você é desses que eu falei aqui, atenção: tem como consertar ou pelo menos minimizar seu cacoete.
1º passo: prestar atenção nele para que ele deixe de passar desapercebido.
2º passo: Quando se perceber fazendo o cacoete: pare na hora.
Se você mandar na sua vontade o cacoete deixa de ser involuntário.
E assim, aos poucos, você vai formar uma nova programação para o seu cérebro.
Não é fácil, mas possível.
E com muita insistência você vai vencer.

31.3.10

Dicas no Clube Emprego

Amigos,

Desde a segunda semana de março estou apresentando dicas para quem busca oportunidades de trabalho.
São pequenas chamadas onde falo sobre: dinâmicas de grupo, entrevistas de emprego, elaboração de currículos, postura em processos seletivos, etc..
As chamadas estão no programa de Alo Clube - Dicas Clube Emprego na Rádio Clube AM, às 14:30h.
No dial: 720 AM

Abraços

16.3.10

Processo seletivo para Área Comercial

Consultor de Vendas Corporativo

Masc. ou Fem.
Sup. cursando
Possuir carro ou moto
Exp. na área de vendas corporativas

Remuneração fixa + comissão, combustível, celular.

Consultor de Vendas

Nível médio completo ou sup. cursando;
Exp. em vendas;
Remuneração fixa + comissão, ajuda de custo.

Televendas

Nível médio completo ou sup. cursando
Exp. em telemarketing ativo
6 horas de trabalho
Remuneração fixa + vale-transporte

Os interessados devem enviar o currículo até o dia 31 de março com o nome da oportunidade no título da mensagem para:

vendaswe@gmail.com

11.1.10

Esta é antiga, mas vale a pena divulgar !

Será mesmo que você é substituível?



Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:


" ninguém é insubstituível".

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim. E o Beethoven?

- Como? - o encara o gestor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu o Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa história esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?

Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar 'seus gaps'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu superior, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

"Estamos todos muitos tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único....com toda certeza ninguém te substituirá!

4.1.10



Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado,
mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado.


21.12.09

Isso vai passar

A tradição ‘sufi’ conta a história de um rei que vivia cercado de sábios.

Certa manhã, enquanto conversavam, o rei mostrava-se mais calado que de costume.

“O que passa com Vossa Majestade?”, perguntou um dos sábios.

“Estou confuso”, respondeu o rei.

“Às vezes, me deixo dominar pela tristeza, sinto-me impotente diante de minhas tarefas.

Outras vezes, fico embriagado com o poder que tenho.

Gostaria de um talismã que me ajudasse a estar em paz comigo”.

Os sábios – surpresos por tal pedido – ficaram longos meses confabulando.

No final, foram até o rei com um presente.

“Gravamos palavras mágicas no talismã.

Leia-as em voz alta, sempre que estiver muito confiante, ou triste demais”, disseram.

O rei olhou o objeto que havia pedido.

Era um simples anel de ouro e prata, mas com uma inscrição:

“Isso vai passar”.

4.12.09

Gandhi

Quem sabe concentrar-se numa coisa e insistir nela como único objetivo, obtém, ao cabo, a capacidade de fazer qualquer coisa.

28.11.09

Mudanças - Lya Luft


Mês passado participei de um evento sobre o Dia da Mulher.Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.

E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi.
Foi um momento inesquecível...
A platéia inteira fez um 'oooohh' de descrédito.
Aí fiquei pensando: 'pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?'
Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado 'juventude eterna'. Estão todos em busca da reversão do tempo.
Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.
Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada. A fonte da juventude chama-se "mudança".
De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.
A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas.
Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.
Mudança, o que vem a ser tal coisa?
Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho.
Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.
Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos.
Rejuvenesceu.
Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol.
Rejuvenesceu.
Toda mudança cobra um alto preço emocional.
Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza.
Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.
Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.
Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
Olhe-se no espelho...

Lya Luft

20.11.09

10.11.09

Mude do intelecto para a intuição

Posted: 09 Nov 2009 04:55 AM PST

Abandone a mente que pensa em prosa; reviva outro tipo de mente, que pensa em poesia.

Ponha de lado toda a sua perícia em silogismos; deixe as canções serem seu estilo de vida.

Mude do intelecto para a intuição, da cabeça para o coração, porque o coração está mais próximo dos mistérios.

Osho, em "Intuição: O Saber Além da Lógica"
Imagem por alicepopkorn

4.11.09

Roda Viva

Às vezes estamos por baixo, às vezes as ondas nos levam para o topo.
Resta saber aproveitar o que as profundezas tem a nos oferecer e o que o céu tem a nos dar.
Na verdade, a nossa felicidade pode estar em qualquer lugar ...
"Tudo isto passa"