30.11.11

Saiba construir uma boa rede de relacionamentos


São Paulo – Para construir uma boa rede de contatos não é fácil. Para não ser rotulado de inconveniente ao fazer networking e correr o risco de perder oportunidades é preciso atenção no comportamento.
Romaly de Carvalho, professora de etiqueta empresarial da Fundação Getúlio Vargas, afirma que o networking envolve interesse, mas os valores éticos não devem ser deixados de lado. “Não existe almoço de graça, mas mentir e colocar suas necessidades acima de qualquer coisa não ajuda a construir uma boa relação”, afirma.
Para não entrar na lista negra de nenhum contato profissional, saiba o que não fazer:
1 Marcar uma conversa e fazer outras tarefas ao mesmo tempo. Ninguém gosta de perceber que está em segundo plano. Se você agendou uma conversa pessoalmente, evite usar o celular, mesmo que seja para enviar apenas uma mensagem de texto.
Se a conversa é por telefone, lembre-se que o outro lado escutará se você estiver teclando, sussurrando com outra pessoa ou mexendo em papeis. Dividir a atenção dessa maneira não combina com um networking.
2 Agendar uma conversa e não comparecer. Furos são perdoáveis desde que a outra pessoa seja avisada. Nada mais desagradável do que marcar um compromisso com uma pessoa e descobrir que não houve consideração para remarcar outro horário.
3 Oferecer e prometer ajuda quando você não tem intenção de ajudar. A honestidade é essencial para o networking, às vezes é preciso dizer não.
4 Forçar intimidade quando a relação ainda não foi construída. Para construir uma boa rede de contatos é preciso foco e planejamento.
5 Distribuir cartões de visitas em eventos e coquetéis para todas as pessoas sem nenhum critério. “A primeira impressão é que vai determinar se a pessoa guardará seu cartão e se lembrará da sua pessoa ou não”, explica Romaly.
Por isso ela afirma que a conversa antes da troca de cartões de visitas é o mais importante para que seu cartão tenha algum valor.

11.11.11

Motivação - Você obtém o que você recompensa !


Recompensando pessoas diariamente.

Segundo Steve Chandler (2005), o princípio mais importante da motivação é: você obtém o que você recompensa.
Apoio, recompensa e incentivo funcionam muito mais rápido do que uma crítica ao comportamento indesejável. Muitas vezes passamos o dia apagando incêndio, cobrando, reclamando e esquecemos que estamos lidando com pessoas dotadas de sentimentos, carentes de apoio, direção, incentivos e recompensas.
Dinheiro não é tudo, às vezes recompensas verbais ou escritas valem mais até do que prêmios financeiros. Recompensas psicológicas são capazes de inspirar pessoas a terem um desempenho melhor.
Portanto, dedique um pequeno tempo, dez minutos ao fim de cada dia, e recompense verbalmente seus colaboradores. Telefone para cada um dos membros de sua equipe, envie alguns e-mails. Parabenize pela conquista, incentive a acertar:
“Caio, parabéns pelo alcance da meta, sempre acreditei na sua capacidade de superação!”
“Maria, sei que hoje foi um dia difícil, mas amanhã será um dia melhor, conte comigo, pois acredito em você!”.
“Kátia, tenha um bom descanso e parabéns pelo excelente desempenho”.
Recompense diariamente seus colaboradores e obtenha bons resultados.
Pratique esta dica!

Márcio Silva

18.10.11

1º Desafio Anual Girl Effect GlobalGiving - eMentoring For Transformation: Empower 50 Young Women At-Risk in Recife-Brazil


A ADE Brasil é uma organização séria que vem desenvolvendo projetos sociais, desde 2003, e hoje conta com parcerias com grandes instituições como ETAPAS, LTNet-Brasil, Faculdade Maurício de Nassau, IMMOC/JBR Engenharia, Instituto Shopping Center Recife, Unibratec, dentre outras.  Caso queira conhecer mais sobre o nosso trabalho, acesso o site www.ementoring.org.br  ou pode nos fazer uma visita no nosso endereço (no final da mensagem). 

Um dos projetos que estamos investindo, no momento, se chama  eMentoring For Transformation: Empower 50 Young Women At-Risk in Recife-Brazil(“eMentoring para Transformação: Empodere 50 Jovens Mulheres em Situação de Vulnerabilidade no Recife-Brasil”), direcionado especificamente a jovens mulheres em risco ou em situação de exploração sexual. O objetivo é possibilitar que essas jovens mulheres possam se desenvolver profissional e socialmente, melhorando sua qualidade de vida pessoal, por meio da troca de experiências com profissionais voluntários(as) do mercado.

1º DESAFIO ANUAL GIRL EFFECT GLOBAL GIVING

Depois de um processo seletivo bastante rigoroso, esse projeto foi aprovado para participar do 1º Desafio Anual Girl Effect GlobalGiving(www.globalgiving.org).  O Portal GlobalGiving (www.globalgiving.org) é um dos maiores do mundo no conceito de crowdfunding, ou, em tradução livre, “financiamento colaborativo”. Por meio dele, pessoas do mundo inteiro podem fazer doações para projetos que considerem diferenciais.

O desafio consiste em conseguir arrecadar um mínimo de US$ 4,000 (quatro mil dólares), até o dia 15 de novembro, por meio de um mínimo de 50 (cinquenta) doadores. Se bem-sucedidos neste desafio, que nada mais é do que a última fase da seleção, isso vai nos habilitar a ter nosso projeto, por um ano, visível naquele portal, para uma ação mais contundente de mobilização de recursos com financiadores do mundo inteiro.

Sozinhos, será impossível alcançarmos esses números. Por isso, escrevemos a vocês, não somente para nos ajudar com uma doação, mas também para divulgar esta ação para os seus contatos, mobilizando outros doadores. Uma vez que, mais importante do que conseguir a quantia total pura e simplesmente, é arrecadá-la a partir da maior quantidade possível de doadores porque o desafio busca medir a capacidade da instituição de mobilizar doadores em torno de uma iniciativa específica.

COMO DOAR E CONHECER MAIS SOBRE O PROJETO:

Para conhecer o projeto (em inglês) e fazer as doações, o endereço é :


**Para doar, basta acessar esta página do projeto, selecionar a opção de quantia que quer doar e clicar em “Donate”, inserindo em seguida os dados para o crédito da doação.

QUER AJUDAR DIVULGANDO?

Caso você queira ajudar, colocando o link do nosso projeto no seu facebook outwitter, esta é a URL reduzida http://goto.gg/8935 . Basta copiar e colar no seu status do Facebook ou inserir no seu tweet.  eMentoring For Transformation: Empower 50 Young Women At-Risk in Recife-Brazil

24.8.11

Estamos mesmo preparados para trabalhar em grupo?

Tenho cá as minhas dúvidas.
Ao longo da minha trajetória profissional, deparei-me com alguns sistemas de trabalho. Uns solitários, outros em grupo.
E é exatamente nos grupos onde encontro certas discrepâncias.
Existe, e acredito que isto não é quase uma questão nacional, uma "mania de reclamar".
Será que algum de vocês que está lendo isto concorda comigo ?
Colegas de trabalho reclamam de tudo: se a empresa segue por umcaminho, eles reclama, se a empresa segue pelo caminho oposto, reclamam também, é impressionante.
Conheço colegas de outrora e atuais que chegam na segunda -feira de manhã já com resmungos e "muchochos" (como se diz na minha terra nordestina).
"Isso não vai dar certo ! aff maria que coisa chata!"
Chego a ficar impaciente.
Onde está o pensamento positivo ? onde está pensar que o dia de trabalho vai ser produtivo e que eu farei com que ele seja bom para mim? pois consequentemente será bom para todos os outros?
Não sei.
Acho que acordar e pensar que o meu dia, seja no trabalho, seja na vida pessoal, vai ser bom, me leva sempre pra frente !
Pensenmos nisto.

Leiam a matéria: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/gestao-positiva/2011/05/28/as-empresas-no-diva/

10.1.11

2011 !

2011 chegou e cheio de excelentes perspectivas!
Que todos tenham um ano maravilhoso de realizações e sabedoria para vencer os obstáculos !

16.12.10

Disposto a varrer a internet atrás de um novo emprego e de começar 2011 com uma perspectiva melhor? Então preste muita atenção nessas seis dicas.

1. CV agora é digital
Impressora? O que é isso? Em que século estamos? E as árvores? 
Seu CV digital pode ser um perfil no LInkedIn ou um blog pessoal. Se preferir, pode ainda ser um serviço contratado igual o Elance, que possibilita interagir com outros membros da rede e exibir seu portfólio com base em exemplos online. O Elance exibe também recomendações de colegas, prova irrefutável de sua competência. 
“É o fim do CV impresso”, diz o CEO da E lance, Fabrio Rosati. “Eles são estáticos e ficam desatualizados com uma velocidade enorme” adverte.
Rosati diz que para 2011, as perspectivas de ser rastreado digitalmente antes de qualquer contato direto são imensas.

2. Sistemas móveis
Durante todo o ano de 2010 ficou evidente que empresas e consumidores querem soluções que funcionem bem em dispositivos móveis e em desktops. Isso não passa despercebido por agências de RH digitais.
A Elance percebeu um aumento de 98% na demanda por aplicativos compatíveis com a plataforma móvel. Um forte indício de que as empresas irão lançar mais e mais dispositivos móveis. 
Essa mudança terá reflexo direto na forma em que sites são programados. Para 2011 esperam-se sites de design mais enxuto e de fácil leitura. Algo que fique bem em uma tela de 3,5 polegadas. 

3. Funcionário virtual trabalha de casa
A cada ano, a comunicação derruba barreiras longamente vistas como impeditivo que certas tarefas fossem cumpridas a partir de qualquer lugar. 
Bom, para 2011 essa tendência deve crescer. De acordo com a Elance, recursos de plataformas colaborativas, banda larga em níveis aceitáveis, telepresença e outras soluções virtuais poderá facilitar o chamado Home Office. 
Se lembrarmos que, no começo de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4505/08, que trata do Teletrabalho, e que ainda falta a aprovação do Senado, o tema será quente em 2011 também no Brasil. 

4. A guerra Flash x HTML5 
Incrivelmente famoso e aceito em todas as plataformas de navegação, o HTML5 está muito próximo de se tornar o substituto do Flash na hora de entregar conteúdo interativo. 
Mas, segundo informações da Elance, isso ainda não aconteceu.
Existe, isso é inegável, uma procura alta por programadores HTML5, mas o Flash continua na liderança, mesmo depois de ter perdido o apoio da Apple.
E não interessa quem vença essa luta, o HTML5 ou o Flash. Certo é que haverá demanda por programadores que atuem em um dos dois fronts. Escolha o seu lado.
 
5. Negócios, negócios; rede social a parte? 
As repetidas investidas da Google contra o Groupon podem ser o sinal mais evidente da necessidade de empresas comerciantes terem de investir em mídias sociais. 
Para Rosati, isso se manifesta de formas diferentes. As companhias terão de investir mais em ferramentas para dar conta de sua interação social. Para tal, devem escolher profissionais de perfil altamente envolvido em ações desse tipo. 
As vias de comércio devem se dar com base em relacionamento e usar as redes de contato do Facebook, do Twitter e de outras rodas digitais. Tudo para aproveitar o boca-a-boca que corre nesses meios.
Então uma das demandas principais será por gente que entende o valor dessa interação e saiba conduzir esse processo de maneira tranqüila, próxima ao consumidor/amigo/fã. 
6. Aqui jaz o marketing tradicional 
Em 2011, de acordo com a Elance, as empresas devem continuar migrando recursos originalmente usados em estratégias como o marketing direto e telemarketing.
O alvo, agora, serão as mídias digitais. E o trio escolhido para liderar essas investidas são os irmãos SEO (otimização de sites para motores de busca), SEM (investimento em links patrocinados) e SMM (marketing desenvolvido para acontecer dentro das mídias sociais). 
“Qualquer empresa realmente interessada em participar da vida do consumidor, deverá estar onde este for. Nas redes sociais, nos sites de busca (Google e Bing) e na lista de amigos de meus amigos”, finaliza Rosati. 

16.8.10

Levantamento aponta que 36,9% das mulheres em cargos de liderança se destacam por tarefas que dependem do trabalho em equipe.



Entre as mil maiores empresas do mundo, o número de mulheres que ocupam a posição de CIO ou vice-presidente de TI saltou de 12%, em 2007, para 16,4%, no último ano. O dado foi divulgado pela consultoria de recrutamento Sheila Greco Associates. De acordo com o mesmo levantamento, apesar do aumento de participação das profissionais do sexo feminino, ainda é raro encontrar uma mulher em cargos técnicos, como a diretoria de infraestrutura.
A pesquisa informa que 36,9% das mulheres que ocupam cargos de liderança na área de TI se destacam nas tarefas que dependem do trabalho em equipe, enquanto que esse índice cai para 19% entre os homens na mesma posição. Em contrapartida, 81% dos CIOs do sexo masculino ganham projeção por suas contribuições individuais, enquanto que, no caso das representantes do sexo feminino, esse índice é de  63,1%.
Para a vice-presidente de pesquisas e de programas executivos do Anita Borg Institute, Caroline Simard, não são os diferenciais que têm levado as mulheres à posição de liderança em TI e, sim, os exemplos. “Algumas jovens, quando observam cada vez mais executivas em cargos de liderança, se sentem encorajadas a buscar oportunidades de crescimento profissional”, afirma a executiva. “E, uma vez em posição de destaque dentro das organizações, essas profissionais promovem a entrada de mais mulheres para a companhia”, completa. 
A atual CTO da Cisco Systems, Padmasree Warrior, convive em um ambiente em que mulheres tomam decisões e ocupam vários cargos de alto escalão. Mas nem sempre foi assim. “Quando iniciei a carreira, na indústria de semicondutores, como engenheira de produção, entre milhares de engenheiros, havia apenas três ou quatro pessoas do sexo feminino”, relata. Ainda segundo ela, as profissionais eram obrigadas a mudar a maneira de agir, de falar e, até mesmo, de se vestir, para se adequar a um ambiente predominantemente masculino. 
Essa pressão explica, em parte, o fato de que 74% das mulheres que trabalham no segmento de TI adoram o que fazem, mas estão propensas a deixar a carreira muito mais fácil do que os homens. Para a CIO e vice-presidente de inovação, tecnologia e serviços da companhia de seguros Aetna, Meg McCarthy, essa situação se deve ao fato de que o profissional de tecnologia da informação precisa estar o tempo todo envolvido com o trabalho, o que dificulta um equilíbrio entre vida profissional e pessoal. 
A própria Meg admite que só consegue manter seu cargo pelo fato de estar solteira e não ter filhos.  Não à toa, 33% das gestoras de TI consultadas pelo estudo do Anita Borg Institute apontam que postergaram a maternidade, por conta das pressões profissionais. 
A vice-presidente executiva e responsável por conduzir áreas de risco e de conformidade do banco Wells Fargo Inc., Kerri Grosslight, informa que outra peculiaridade com a qual as mulheres precisam lidar se quiserem alcançar o topo na carreira é o comportamento agressivos por parte de colegas de trabalho. “Eu não conseguia me ver agindo daquela maneira”, cita a executiva, ao considerar que as profissionais tendem a  expor suas opiniões de maneira menos impositiva do que os homens, quando estão na mesa de negociação com o board.

9.8.10

Pesquisa com mais de 1,5 mil CEOs ao redor do mundo aponta que executivos também têm priorizado a relação com os clientes e a habilidade operacional.

Quando questionados sobre qual a característica imprescindível para os líderes na atualidade, a maior parte dos CEOs responde: criatividade. Pelo menos, essa foi a constatação de uma pesquisa realizada com 1.541 líderes de corporações, de 60 países, pela IBM.
O levantamento aponta que os CEOs têm buscado novas formas de conduzir suas empresas. Assim, a criatividade dos profissionais em posição de liderança nas empresas fica acima, em termos de importância, do que questões como sustentabilidade e eficiência operacional.
De acordo com o levantamento, essa preocupação em gerenciar a organização de uma forma criativa é um reflexo da recente crise internacional, a qual fez as empresas acordarem para a necessidade de lidar com cenários complexos, voláteis e cheios de incerteza. Como resultado, os CEOs passaram priorizar o relacionamento com os clientes e a habilidade de gerenciar as operações para obter sucesso nesse novo cenário de negócios.

2.8.10

Ambiente de trabalho é importante para reter talentos em TI

Por Edileuza Soares

Entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar, índice de evasão voluntária de profissionais foi de 9%, contra média de 19% no resto do setor.

Em um mercado no qual falta mão de obra especializada, a capacidade de reter os melhores profissionais representa um diferencial competitivo para as empresas. No setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação), a preocupação das organizações com esse tema ganhou ainda mais força com o aquecimento da economia brasileira.

Afinal, qual o segredo para a retenção de talentos? Um dos caminhos é ter um ambiente de trabalho que seja considerado excelente para os funcionários. Uma prova disso está no fato de que, entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar em TI e Telecom, o índice de evasão voluntária de profissionais – ou seja, pessoas que deixam a organização por decisão própria – foi de aproximadamente 9% em 2009. No mesmo período, a média geral do setor foi de 19%.

Para o sócio-diretor da consultoria em recursos humanos Korn/Ferry no Brasil, Jairo Okret, para reter os profissionais, as empresas precisam fazer com que eles se sintam engajados com a organização. “Quando isso acontece, cumprem suas tarefas porque acham importante e, não, por obrigação”, aponta Okret.

O caminho para ter colaboradores comprometidos e satisfeitos, segundo o especialista, vai muito além de uma política de remuneração atraente. De acordo com um levantamento da Korn/Ferry, as questões que mais retêm um profissional na organização são o alinhamento à estratégia da empresa, um bom plano de carreira e confiança nos líderes, enquanto que o salário aparece em 10º lugar na lista de prioridades.

Entre as 70 Melhores Empresas para Trabalhar em TI e Telecom no Brasil, o fator mais valorizado pelos funcionários nas organizações, segundo a pesquisa do Great Place to Work, é a oportunidade de crescimento e de desenvolvimento na carreira. Este item foi citado por 58% dos profissionais entrevistados.

29.7.10

Veja dez perguntas típicas de um selecionador e saiba como respondê-las.

A entrevista de emprego pode ser o maior adversário do candidato na hora de buscar uma recolocação. Neste momento, o nervosismo e o receio de não saber o que responder em determinados questionamentos podem confundí-lo e acabar com suas chances no novo emprego.

Segundo Camila Martins, consultora de recursos humanos da Luandre, no momento da entrevista o candidato deve manter a calma e ter confiança, pois “o seu currículo já foi selecionado entre tantos outros e agora é o momento de mostrar ao entrevistador toda sua competência, tanto pessoal quanto profissional”. Para a consultora, é importante que o candidato saiba que não há uma receita de bolo para uma entrevista de emprego e nem um script para as respostas certas, mas o candidato pode se preparar para responder algumas questões que geralmente são feitas pelos profissionais de RH.

Confira as perguntas:

1 - Me fale um pouco de você (estado civil, filhos, com quem mora, etc)
Não há resposta melhor do que a verdade. Seja verdadeiro, pois nossas avós já diziam que a mentira tem perna curta.
2 - O que você faz no seu tempo livre?
Lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de administrar o seu tempo, como também aptidões, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
3 - Conte sobre sua evolução profissional. Qual seu foi seu primeiro emprego e qual seu cenário hoje?
É muito importante que você seja muito claro e demonstre toda sua atuação profissional e a forma como o posicionamento desta o torna um candidato de elevado interesse para qualquer empresa. Seja sucinto com as datas e motivos de entrada e saída de cada empresa. Cuidado para não ficar perdido cronologicamente.
4 - Por qual motivo você saiu (ou quer sair) da empresa?
Se você foi demitido, explique de maneira direta e objetiva sem demonstrar nenhum ressentimento ou mágoa com relação aos seus superiores. Caso ainda esteja na empresa, é interessante falar sobre alavancar carreira, desejo de crescimento pessoal e profissional.
5 - O que você não gostava na empresa anterior/atual?
Não se queixe, nem se faça de vítima. Seja positivo em suas colocações mesmo que enfrentasse alguns problemas. Não se esqueça de que nenhuma empresa é perfeita.
6 - Como você lida com as pressões do trabalho?
Inicie sua resposta fornecendo exemplos vivenciados nessa situação. Isso dará consistência à resposta e segurança para o entrevistador enxergar o potencial para ocupar determinada posição.
7 - O que você tem feito atualmente que demonstre sua capacidade de tomar iniciativa?
Comece com uma série de realizações da sua vida profissional. Mostre que você está sempre procurando progredir.
8 - Defina quais são suas maiores qualidades e o que precisa melhorar.
Mencione características geralmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência. Quanto aos pontos que precisa melhorar, tenha sempre em mente que todos temos “defeitos” e pontuá-los é uma forma de mostrar autocrítica. Não se esqueça de mencionar a vontade ou atitudes para a mudança destes.
9 - Qual seu diferencial e por que você deve ser contratado?
Esta é uma pergunta muito complicada, mas o que se espera é que o profissional saiba "vender" o seu produto. É imprescindível focar nas suas capacidades, valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
10 - Qual é a sua pretensão salarial?
Esta é uma pergunta que normalmente deixa o candidato na defensiva. A sugestão é iniciar a negociação falando de sua última remuneração e dos benefícios oferecidos pela empresa anterior. É interessante questionar o entrevistador sobre a faixa salarial média para a vaga em questão e quais são os benefícios oferecidos pela companhia.
Dicas

Camila Martins ainda lista algumas dicas importantes sobre como se comportar antes e durante a entrevista com o selecionador:

- Cuide de sua aparência e apresentação;
- Leve um currículo impresso e atualizado;
- Seja pontual;
- Evite fumar minutos antes ou iniciar a entrevista mastigando chiclete ou bala;
- Mantenha-se calmo, confie em você e demonstre toda sua capacidade com segurança;
- Fale com clareza e tome cuidado para não contar piadas ou usar gírias;
- Pergunte, demonstre interesse na proposta;
- Não fale mal da empresa anterior, bem como de colegas e chefias.


Danilo Schramm

Em São Paulo

15.7.10

Mercado de Trabalho

Especialista em recrutamento, David Perry coleciona histórias como a do copo de café vazio que rendeu um emprego a um administrador de sistemas.

Coautor do livro "Guerrilla Marketing for Job Hunters 2.0" e especialista em recrutamento, o canadense David Perry defende a ideia que o uso de estratégias pouco ortodoxas na busca por uma vaga pode resultar na obtenção de um novo emprego e, acredite, em um terço do tempo.

Nesta entrevista à ComputerWorld/EUA, Perry - que escreveu o livro em parceria com Jay Conrad Levinson - fornece detalhes sobre essas estratégias e explica como os profissionais de TI podem tirar proveito de suas lições.

ComputerWorld/EUA - O que os candidatos às vagas podem fazer para encurtar a busca por um emprego?

David Perry - Parar de procurar por vagas e passar a procurar por empregadores e por pessoas influentes. Prepare uma relação com as 20 empresas em que gostaria de trabalhar. Se estas não estiverem contratando, a saída será estar em evidência nessas empresas.

Todos os dias essas organizações dispensam funcionários e a procura por mão-de-obra qualificada, na verdade, nunca cessa. Faça o máximo de contatos, frequente os círculos e, assim que a oportunidade aparecer, seja um dos primeiros a saber.

Use sites como o LinkedIn - estar lá é importante, mesmo que não traga resultados imediatos. O LinkedIn é utilizado para consultas sobre quem você é e o que faz. É muito provável que o recrutador procure pelo nome dos candidatos no Google e o LInkedIn apresenta resultados em posições altas nos resultados de busca da web.

CW - Poderia dar exemplos de marketing de guerrilha na busca por empregos?

Perry - Quem entende do assunto sabe que, em média, 20% das vagas existentes são anunciadas na web. Então uma saída é ficar esperto e procurar um meio de ficar visível para as 80% restantes. Fato é que a vasta maioria fica presa às oportunidades anunciadas na Internet.

O lance é criatividade, sabe? Foco e persistência também. Em todo caso, ações mais, digamos, ousadas podem ajudar. Tente ligar para quem decide, mas não engasgue ao ouvir a voz do diretor e lembre que ele tem segundos antes de desligar na sua cara. Faça um CV bacana, com testemunhos de outras pessoas, algo rico e informativo. Tem até caso de gente entregando CVs em embalagens bem criativas como dentro de copos de café descartáveis.

CW - Em copos de café? Como assim? Isso já funcionou para alguém?

Perry - Eu chamo isso de um CV com personalidade. Os ingredientes são bastante básicos: um CV repleto de cores, com logotipos de antigos empregadores, uma embalagem de café para viagem da Starbucks e uma breve carta de apresentação convidando o recrutador para um café e uma conversa sobre como o candidato pode ajudar a empresa.

O negócio é mandar essa caixa por FedEx, DHL ou outro serviço similar. Sobre o sucesso dessa tática, sugiro que pergunte a Mark Thomas. Ele teve de parar a operação de envio dos CVs em copos de café, pois estava com a agenda lotada depois de enviar dez pacotes desse tipo. Thomas começou em um emprego novo em 8 de março, na função de administrador de sistemas em Mesa, no Arizona.

CW - E você acredita que essas táticas servem para profissionais da área de TI?

Perry - Por que não funcionaria? Acho que os profissionais de TI são as pessoas mais habilitadas a fazer esse tipo de ação. Eles têm uma noção nata de como funcionam as redes e as ferramentas colaborativas nas empresas.

Perspectivas
Ainda não temos as previsões de contratação para o mercado de trabalho aqui do Brasil. Mas os números do mercado americano para o segundo semestre são os seguintes:

20% pretendem aumentar substancialmente o contingente de profissionais de TI no segundo semestre;

51% pretendem contratar, mas não muito;

29% responderam não ter intenção alguma de contratar novos profissionais de TI.

Por “aumentar substancialmente” entende-se um incremento de até 50% no número de profissionais desse segmento.

À pergunta "Que nível profissional deve ter o profissional que você pretende contratar?", as respostas foram:

16% Iniciantes

De dois a cinco anos de experiência: 52%

De cinco a dez anos de experiência: 60%

Mais de dez anos de experiência: 29%

Não souberam: 8%

Obs. Para cada pergunta era aceita mais de uma resposta.

(Jamie Eckle)

5.7.10

Diferenciais em Currículos para TI

Veja quatro questões que precisam ser privilegiadas no documento de apresentação.

Empresas de recrutamento e outros especialistas em carreira costumam ter na ponta da língua uma lista de conselhos de como preparar um bom currículo, especialmente para diferenciar-se da concorrência. A intenção é válida, mas o problema nesses casos está no fato de que nem sempre os conselhos se aplicam aos profissionais de TI e à natureza do trabalho do setor, analisa a gerente da Sapphire Technologies – empresa de recrutamento na área de tecnologia da informação –, Shana Westerman.

A especialista avalia que os currículos de TI se diferenciam de outros segmentos porque os profissionais precisam comunicar uma série de conhecimentos, técnicos e operacionais. “Como a tecnologia muda muito rapidamente e o trabalho em TI é bastante baseado em projetos, apresentações genéricas podem acabar sendo um ‘desserviço’ para o profissional”, alerta Shana.

Ela conta que hoje recebe, em média, 300 currículos por dia de pessoas interessadas em trabalhar com tecnologia da informação. A gerente da Sapphire faz uma triagem desse material para enviar aos seus clientes, que são gerentes de TI e executivos de grandes e médias empresas interessados em contratar profissionais.

Shana analisa que muitos dos currículos de TI que recebe são curtos demais para que ela analise se as competências dos profissionais se encaixam nas necessidades das vagas que precisam ser preenchidas. “As pessoas não serão convidadas para um encontro com um possível empregador se não demonstrarem que estão aptas para isso. O currículo é a única ferramenta que leva as pessoas para a entrevista de emprego”, alerta.

A seguir, a especialista elenca os quatro grandes equívocos que os profissionais precisam evitar na hora de preparar um bom currículo em TI:

1. Tamanho certo
Na visão de Sarah os currículos de TI são muito influenciados pela natureza complexa das tarefas do que por um diferencial competitivo no mercado. Ela acredita que a recente crise e a necessidade dos profissionais incorporarem múltiplas tarefas tem modificado a natureza do que as empresas buscam em um candidato.

Os potenciais empregadores não estão interessados em documentos de apresentação muito curtos, como costumam aconselhar as consultorias em gestão. “Eles querem detalhes. O que significa ter um currículo com três ou mais páginas”, pontua a especialista. As informações precisam contemplar com quais tecnologias o profissional já atuou, o tamanho e o escopo dos projetos com os quais já lidaram e quais as principais habilidades.

“Eles [os contratantes] querem ver, de forma clara, se as pessoas têm os conhecimentos necessários, a partir de coisas que esses profissionais já fizeram no passado”, elenca a especialista.

Outra razão pela qual um currículo de uma ou duas páginas nem sempre funciona para profissionais de TI é porque as funções são bastante complexas e as pessoas costumam atuar em múltiplas tarefas.

“Se a pessoa tem cinco ou mais anos em TI, em especial no caso de técnicos, é perfeitamente normal que o documento tenha três, quatro ou até cinco páginas”, informa.

2. Reforce competências
Especialistas em recolocação profissional costumam indicar que quem busca um emprego deve evitar informações repetidas no currículo, como forma de ganhar espaço. Isso é uma má ideia, alerta Shana. Segundo ela, os interessados em contratar alguém costumam verificar se a pessoa teve uma experiência profunda com tecnologias ou temas específicos.

“Se alguém busca um profissional com conhecimento em gestão do orçamento e só vê esse tema tratado em uma ou duas partes do currículo, pode considerar que falta capacitação nessa área", considera a especialista.

3. Uso de cargos
As consultorias que ajudam na recolocação de profissionais recomendam que quem busca um emprego utilize cargos exatos no currículo. A executiva discorda desse conselho. Para ela, na área de TI, muitas vezes o nome do cargo não corresponde às atribuições, por isso, é importante detalhá-las.

Como exemplo, ela diz que algumas instituições bancária dão o cargo de vice-presidente (VP) para profissionais que cuidam da gestão de projetos ou de políticas, em vez de restringir o título apenas a posições executivas. "Se você tem a experiência como VP em seu currículo, mas está se candidatando a uma vaga de gestor de projeto, o possível contratante pode colocá-lo automaticamente fora do processo, achando que você é muito sênior para a posição”, exemplifica Shana.

O truque para explicar um cargo é ser claro. Ou seja, o profissional deve descrever exatamente suas funções anteriores, até para que isso seja confirmado por pessoas que sejam procuradas para dar referências.

4. Diagramação adequada
Alguns especialistas em contratação recomendam que as pessoas incluam cores e elementos gráficos – como um logotipo ou uma foto – no currículo. O objetivo é fazer com que o documento se destaque entre os demais.

A gerente da Sapphire ressalta que nem sempre um currículo ‘enfeitado’ vai atrair um possível empregador, pelo contrário. “As pessoas só querem um documento que seja fácil de ler”, adverte.

30.6.10

Quarta-feira, 30 de junho de 2010

Diretor e Vice-presidente

Monster Brasil recruta para multinacionais


Diretor e Vice-presidente

O Monster Brasil, portal de recrutamento e seleção online, anuncia a abertura de oportunidades em altos cargos de empresasmultinacionais.

Recrutando para a General Eletric (GE), há uma colocação de vice-presidente de CMC na América Latina, profissional que deverá comandar os negócios nesta área do mapa.

Já para posições de diretores, a busca é por profissionais para a empresa suíça Von Essen Consultoria (onde o escolhido deve liderar o escritório da companhia no Rio de Janeiro) e para a americana Tyco Thermal Controls (que deve gerenciar negócios no Brasil e na América Latina).

O consulado da França também recruta profissionais para as áreas de alimentos, bens e equipamentos.

Inscrições para as vagas oferecidas podem ser realizadas pelo endereço www.monsterbrasil.com.br.